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PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ)

POR QUE FAZER TERAPIA AGORA E NÃO MAIS PRA FRENTE?

Quanto antes você se permitir fazer terapia, antes também você poderá redirecionar ou reforçar suas escolhas na vida. Em geral, essa prática terapêutica tem um efeito benéfico para o desenvolvimento da autoestima e do autoconhecimento, o que permite que suas ações se tornem mais conscientes e estejam mais alinhadas com suas vontades.
Nesse sentido, começar a terapia “agora” pode proporcionar a você uma perspectiva mais ampla sobre os caminhos existenciais que estão sendo percorridos. Tentando fazer um paralelo, é como se você, no meio de uma floresta, tivesse a oportunidade de subir no topo de uma grande árvore para poder se localizar melhor e fazer escolhas mais seguras.

PRECISO TER UM PROBLEMA OU ESTAR DOENTE PARA BUSCAR UM TERAPEUTA?

Não. A terapia é uma prática psicológica que pode trazer muitos benefícios para qualquer pessoa que busque esse serviço. Em geral, você será motivado a procurar um terapeuta quando estiver em crise ou sofrendo algum incômodo.
Entretanto, há a possibilidade de você fazer terapia para expandir seu autoconhecimento e para aprimorar suas habilidades interpessoais e emocionais. Assim, a terapia pode ser útil tanto para quem tem um “problema” quanto para quem não se encontra em nenhum tipo de sofrimento emocional.
multidisciplinar.

COMO SABER SE O QUE TENHO É UM PROBLEMA A SER TRATADO POR UM TERAPEUTA?

Geralmente, o que se chama por “problema” diz respeito a algum tipo de dificuldade ou incômodo interno ou externo. Entende-se como interno aquilo que é vivido no íntimo de cada um e como externo aquilo que é vivido nas relações com o mundo.
Deste modo, se você perceber sinais que indiquem alguma dificuldade ou incômodo, tanto interno quanto externo, então existe a possibilidade de você considerar um “problema a ser tratado”. Por exemplo: se você está tendo dificuldades para fazer suas tarefas escolares ou suas atividades profissionais e não está conseguindo resolvê-las, isso muito provavelmente está gerando algum tipo de consequência como notas baixas, reprovação ou ameaça de demissão no trabalho. Isso pode ser compreendido como um sinal externo de um “problema a ser tratado” com terapia.
Outro exemplo: se você fica incomodado com o que te falam e não consegue expor o que pensa sobre isso, é muito provável que você comece a se sentir triste e desmotivado. E esses podem ser considerados sinais internos de um “problema a ser tratado” com terapia.

O QUE É UM TRAUMA? ELE PODE ME ATRAPALHAR?

Sim. Trauma se refere a uma marca emocional que permanece diante de um acontecimento ou da sucessão de acontecimentos vividos na infância, adolescência ou mesmo na vida adulta e que tem como consequência mudanças de comportamento, alterações emocionais que geram sofrimento ou algum nível de dificuldades de interação com o mundo. É comumente comparado com algumas expressões tais como: “feridas abertas” ou “cicatrizes que ainda doem”.
O trauma atrapalha sim em maior ou em menor grau algum aspecto da vida. Pode afetar um hábito cotidiano, ou mesmo, um aspecto estrutural. Por exemplo: pode desenvolver em você um certo receio de ficar sozinho em algum ambiente; ou até mesmo uma dificuldade para você se envolver amorosamente com alguém. Em ambos os casos, limitando suas possibilidades de interação com o mundo.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE UM TERAPEUTA E UM PSIQUIATRA? ELES TRATAM PROBLEMAS DIFERENTES?

Um terapeuta tem como ferramental de trabalho práticas psicológicas e inter-relacionais pautadas no acolhimento, no diálogo e no contato humano. Ele busca desenvolver contigo uma nova perspectiva sobre você mesmo, aproveitando suas potencialidades e expandindo sua autopercepção para que o incômodo ou o sofrimento emocional possam ser redirecionados internamente de modo positivo.
Já, o psiquiatra tem em seu ferramental de trabalho a possibilidade de utilizar psicofármacos que são drogas desenvolvidas especialmente para reequilibrar a fisiologia cerebral, auxiliando no ajuste das emoções.
Tanto o terapeuta como o psiquiatra terão objetivos semelhantes: a busca pelo seu bem-estar emocional. Em muitos casos, é de grande importância aliar o tratamento terapêutico com o psiquiátrico para que sejam obtidos melhores resultados clínicos.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE UM AMIGO TE OUVIR E UM TERAPEUTA?

Ter um amigo com quem você possa contar e, ainda, um amigo para quem você possa contar suas angústias e inquietações é um grande presente da vida. Entretanto, um amigo não estará no papel adequado e muito provavelmente não terá respaldo técnico suficiente para lhe auxiliar.
Isso não quer dizer que você não deva conversar com seus amigos sobre os problemas e as inquietações da vida. O que você não deve, é esperar deles uma ajuda profissional adequada para lidar com tudo isso. Muitos amigos, inclusive acabarão indicando um terapeuta para lhe ajudar mais diretamente.
A psicoterapia acontece muito pela fala, mas está muito longe ser apenas um bate-papo. É uma troca humana legítima e profunda acerca daquilo que você vive.

O QUE DEVO FALAR? O QUE É RELEVANTE OU NÃO EM UMA SESSÃO?

Tudo que diga respeito à sua vida é relevante e pertinente para a terapia. O que muitas vezes pode ser difícil, principalmente no início dos atendimentos, é filtrar ou saber escolher o que você gostaria de falar primeiro. Uma dica básica é: comece a falar sobre aquilo que te incomoda ou faz sofrer.
Naqueles casos onde a busca terapêutica acontece por outras demandas, um jeito possível é falar sobre o que “anda passando” pelos seus pensamentos e pela sua vida de modo geral. Entretanto, vale ressaltar que não há certo ou errado sobre o que você deve falar. Você é único naquilo que vive e sente e, por isso, terá um jeito muito particular de falar sobre si mesmo, mesmo que para isso acabe falando sobre os outros ou sobre o mundo ao seu redor.

GOSTARIA DE SABER SE NA TERAPIA, O TERAPEUTA SÓ OUVE OU FALA?

Ele ouve e fala também. Com certeza, o terapeuta escuta bastante. Isso porque é importante estar atento a tudo que é dito em um sessão. Trata-se de uma escuta clínica, tecnicamente bastante elaborada. Parece algo simples: apenas escutar. Mas requer bastante experiência e aperfeiçoamento profissional.
Em geral, o terapeuta fala sim, principalmente para promover a reflexão e também para questionar pontos não esclarecidos, buscando assim construir com você uma expansão de consciência. Há momentos então que o terapeuta escutará e outros tantos em que também falará.
Além disso, você poderá inclusive experimentar outras formas de interação com o terapeuta, por exemplo, por meio de práticas corporais e psicodramáticas. Nesses casos, ambos podem se levantar da poltrona, buscando novas possibilidades de experiência e compreensão acerca do que é vivido.

É NORMAL TER DÚVIDAS QUANTO À EFICÁCIA DO TRATAMENTO DURANTE O PRÓPRIO TRATAMENTO?

Sim. Isso pode ocorrer em diversos momentos do seu tratamento. É comum que durante a psicoterapia temáticas mais “espinhosas” estejam emocionalmente menos disponíveis para serem acessadas pelo terapeuta. Isso faz com que o manejo clínico se torne mais delicado e prolongado, o que pode gerar em você dúvidas quanto à eficácia do tratamento.
Nesses momentos, vale muito a pena falar dessas dúvidas com seu terapeuta. Assim, ele poderá acolher e esclarecer de uma forma adequada as incompreensões sobre o processo. Além disso, é bastante provável que, a partir de uma conversa como essa, os laços de confiança se reforcem e o processo terapêutico flua melhor.

POSSO LIGAR OU FALAR COM MEU TERAPEUTA FORA DO HORÁRIO DA SESSÃO?

Sim, desde que isso seja conversado e acordado entre você e o terapeuta.
Dar a liberdade de ser contactado em momentos de dúvida e de sofrimento, oferecendo orientação e suporte é uma característica bastante presente em alguns terapeutas. Ter essa possibilidade à disposição permite uma vinculação maior e o estabelecimento de um elo de confiança mais profundo entre você e o profissional. É a oportunidade de se desenvolver uma relação de corresponsabilidade e de amadurecimento emocional.
Talvez você pense que isso possa gerar algum estado de dependência emocional, como se fosse uma “muleta”, onde você precisasse sempre da opinião daquele profissional. Porém, o que ocorre de fato é o desenvolvimento de um senso de humanidade mais profundo capaz de gerar acolhimento, cuidado mútuo e cooperação.

COMO É O SIGILO? POSSO FALAR TUDO PARA O TERAPEUTA?

Sim, você pode falar tudo. É importante que você coloque as informações do modo mais claro possível, buscando entendimento e compreensão do assunto. Entretanto, o terapeuta jamais lhe forçará a falar o que você não quer dizer. Em geral, ele fará perguntas para esclarecer o que está sendo dito e para que vocês aprofundem determinados temas.
O Sigilo é um dos elementos chave que gera a confiança e o vínculo. É muito importante que você saiba e esteja seguro de que tudo o que for dito e conversado dentro de uma sessão de terapia é mantido em segredo pelo terapeuta. Somente assim, você poderá se sentir tranquilo para falar de seus pensamentos e emoções.

COMO POSSO SABER SE O TERAPEUTA É CONFIÁVEL?

Acredito que todo profissional devidamente qualificado é capaz de prestar um bom serviço. Entretanto, para que você se sinta mais seguro em sua escolha, cheque as referências e o histórico desse profissional.
Nessa busca por informações, é importante observar se existem depoimentos de outros clientes que sejam favoráveis; se alguma pessoa de seu circulo de relacionamentos conhece esse profissional; se existem informações claras sobre os seus serviços de terapia na internet; se o acesso direto ao profissional é fácil ou não; e também, verifique a formação técnica e o currículo deste profissional.

QUAIS SÃO OS TIPOS DE TERAPIA? A QUEM SE DESTINAM?

A terapia pode ser aplicada basicamente em 3 diferentes tipos: terapia individual (direcionada a um único indivíduo), terapia interpessoal (focada na relação. Ex.: casal, família, sócios) e terapia grupal (dedicada ao compartilhamento genuíno das emoções entre pessoas que não precisam ter um histórico prévio de convívio).
Quanto ao público a que se destina, a terapia lida com crianças, adolescentes e adultos de todas as idades.

COMO É QUE EU VOU RESOLVER OS MEUS PROBLEMAS?

É importante destacar que sua confiança e participação são fundamentais para o sucesso do tratamento. É essencial que um tratamento terapêutico seja realizado a partir da sua própria vontade. Iniciar uma terapia de modo forçado ou sem estar de fato com o desejo de se tratar, pode fazer com que o tratamento se torne bastante sofrido e frustrante tanto para você quanto paro o terapeuta.
A partir dessa escolha legítima e sincera, você terá um cenário terapêutico muito mais adequado para a resolução dos seus “problemas” emocionais. Por isso, pense bem se você está buscando auxílio terapêutico por uma vontade própria ou por estar sendo forçado. Respeite sempre sua vontade.

A TERAPIA TRATA A INSEGURANÇA?

Sim. A terapia pode tratar a insegurança patológica e lhe instrumentalizar para lidar com situações cotidianas. A insegurança é aquele sentimento de prudência misturado com medo que pode ser amplificado pela ansiedade. A autoconfiança reduzida pela baixa autoestima é um fator muito significativo na produção do sentimento de insegurança.
É comum existir um mal-estar diante de decisões e desafios a serem tomados. Situações que alteram significativamente o percurso de vida tais como casamento, gravidez, mudança de emprego, mudança de curso na faculdade, montar o próprio negócio, entre outros, tendem a intensificar o sentimento de incerteza sobre o futuro e sobre quais caminhos seguir. Geralmente, quanto maior for a responsabilidade para alguma decisão, maior será o sentimento de insegurança. Procure auxílio terapêutico. Isso pode fazer toda a diferença.

A TERAPIA PODE ME AJUDAR A LIDAR COM PROBLEMAS DO SONO OU INSÔNIA?

Sim, com certeza. Atualmente, há um grande número de pessoas que enfrenta algum nível de desconforto durante o sono. E muito provavelmente, você já deve ter passado por uma ou mais noites que não foram bem dormidas.
Os motivos ou causas podem ser os mais diversos possíveis, o que deixa mais complexo e aumenta a dificuldade para tratar os distúrbios do sono. É importante abordar essa questão de modo multidisciplinar. Alterações fisiológicas, alimentares, sociais e emocionais podem interferir diretamente na qualidade do sono.
Estados de ansiedade, determinados tipos de depressão e preocupações podem tanto desencadear quanto manter algum nível de alteração na qualidade do sono. Cuide-se e procure auxílio especializado.

A TERAPIA PODE ME AJUDAR COM ATAQUES DE PÂNICO?

Sim. A terapia pode ajudar a identificar de modo mais precoce os primeiros sinais de um ataque de pânico e também a identificar os fatores emocionais envolvidos com estas crises. Geralmente, os sinais de pânico, em seu início, acabam passando desapercebidos.
Angústia, mãos e pés inquietos, fala excessiva, suor frequente, pensamentos de medo e de acontecimentos trágicos podem indicar uma potencial crise de pânico em andamento. Também podemos encontrar outros sinais bastante comuns, tais como: pensamento acelerado, preocupações constantes e diminuição ou interrupção do sono. Nem sempre, alguém aparentemente calmo é alguém tranquilo por dentro.
Há situações em que a calmaria externa é visível, mas que internamente existem um amontoado de preocupações e pensamentos que podem potencializar uma crise de pânico. Procure auxílio para lidar com esses primeiros sinais. Previna-se.

A TERAPIA PODE AUXILIAR NO TRATAMENTO DA ANSIEDADE?

Sim. O termo ansiedade é utilizado tanto para designar um transtorno, quanto para um estado emocional cotidiano. Em ambos os casos, há um aumento no ritmo corporal, aceleração dos batimentos cardíacos, aumento do suor, maior tensão muscular, pensamentos mais agitados, estado de alerta mais elevado e sensibilidade emocional mais aflorada.
Conseguir se perceber em um estado de ansiedade não é uma ação tão simples. Os sinais da ansiedade podem estar camuflados por já fazerem parte do seu do cotidiano. É importante que você desenvolva atitudes no dia-a-dia com ritmos diferentes daqueles que você vem desenvolvendo habitualmente. Isso com certeza pode ser um grande diferencial para que você comece a desenvolver novas percepções de si. A terapia pode lhe auxiliar muito nesse caminho.

A TERAPIA PODE ME AJUDAR A SUPERAR O STRESS E A BRIGAR MENOS COM AS PESSOAS?

Sim, com certeza. Manter a energia e o pique para realizar tarefas é sempre um desafio. Em geral, o cansaço é o primeiro sinal de que algo está ficando além da conta. O corpo já não reage mais como antes. Além disso, os pensamentos passam a ficar mais lentos, ou até mesmo, mais negativos e pessimistas. A única vontade que fica nesta situação é a de não fazer nada ou de brigar com quem tenta lhe tirar desse estado.
Entretanto, o tempo não pára. Ficar sem fazer nada, ou fazer algo desmotivado, tende a piorar a situação. Mais e mais tarefas vão surgindo e o nível de stress só aumenta. A terapia é um caminho adequado para se reorganizar internamente e para identificar os fatores associados ao stress que você está vivendo.
Um outro fator ao qual você pode e deve ficar atento é sobre o acúmulo. Não são só “problemas” que as pessoas acumulam, mas também objetos, bens materiais, atitudes, rotinas e manias. Procure auxílio para superar seu stress.

A TERAPIA PODE ME AJUDAR A SUPERAR A DEPRESSÃO?

Sim. Na depressão, geralmente caminham juntos sinais, tais como o desânimo para as atividades do dia-a-dia, a desmotivação para dar sequência a planos e projetos de vida e a tristeza. O choro também é um comportamento bastante comum nestas situações.
O grande dilema diante da depressão está em como encontrar formas possíveis para superá-la.O primeiro ponto é não negar esta condição e dar espaço para que ela possa ser vivida em toda sua intensidade: assim, o choro deve ser chorado; o desânimo e a desmotivação devem ser compartilhados; e a perda, a frustração e a decepção devem ser sentidos.
Lembre-se de compartilhar suas dificuldades e de solicitar auxílio para enfrentar esse difícil momento. A terapia pode auxiliar muito a lidar com os fatores emocionais presentes nesse quadro.

A TERAPIA PODE ME AJUDAR NA FALTA DE LIBIDO / DESEJO SEXUAL?

Sim. A terapia pode ser uma ferramente muito importante para identificar as causas emocionais presentes nessa questão complexa. Sexo é um dos grande pilares em uma relação. Com certeza, esse incômodo não deve estar somente em você. O primeiro passo é chamar seu parceiro para um conversa franca e aberta. Entretanto, entendo que possa existir certo medo em abordar esse assunto, o que para muitos casais também é um grande desafio.
Cabe aqui dizer que pode valer muito a pena superar essa dificuldade e buscar o diálogo com seu parceiro, pois as respostas e os caminhos encontrados a partir dessa simples e sincera conversa podem ser muito satisfatórios para vocês. Com certeza, vocês também podem se beneficiar muito com o auxílio de um terapeuta para lhes ajudar com aqueles obstáculos mais difíceis.